Um Novo Olhar Sobre Si Mesma

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Há um tempo atrás, estava fazendo um curso e tive um ‘insight’ que me fez analisar minha relação com o consumo.

Porque será que temos a tendência de comprar tanta coisa?  Que sentimento é esse que faz com que desejemos comprar, comprar e comprar cada vez mais?
Bom,
Você já parou um dia desses para lançar um olhar analisador em seu guarda-roupa? Pois deveria, afinal, você já se perguntou porque compra tanta coisa e depois sequer lembra de usar?
Fui fazer uma mega exploração do meu closet: Comecei pelas gavetas, pegando peça por peça e tentando combinar cada uma com mais três, pois só assim aumento as chances de usar mais essa peça e compensar o tempo e dinheiro que gastei nela. Confesso que tinha roupa lá que não passa nem mais uma perna, vá lá o corpo inteiro, mas encontrei outras que tinha esquecido no fundo das prateleiras e montei combinações bacanas e atuais que fotografei para não esquecer.
Agora, me diga: você e eu precisamos de mais roupas/acessórios/bugigangas? Tenho certeza que não, mas para todo lado que olhamos tem gente tentando nos convencer do contrário, que comprar é hiperlegal, que gastar aquela grana que você quer guardar para o intercâmbio é mais bacana e você vai ser mais linda/legal/aceita do que é hoje.
Meninas, posso dizer e digo com todas as letras, m-e-n-t-i-r-a!
Você quer ser legal? Seja legal com você primeiro!
Antes de sair por aí gastando o que tem (e o que não tem), faça o exercício de abrir seu guarda-roupa (uma porta por dia, para não se aborrecer) e analise tudo o que tem. Vai perceber que aquela calça, que você está louca para adquirir, é quase igual aquela que comprou mês passado, mas você acha que já está surrada/esquecida. Comece a valorizar seu dinheiro para curtir o que realmente tem importância em sua vida. Não estou dizendo para você nunca mais comprar roupas/acessórios/bugigangas, mas com o exercício, vai perceber que tem muita coisa aí, dentro de sua vida, e com boa vontade e desejo de mudar, vai conseguir promover uma mudança tão expressiva, que daqui há algumas semanas nem vai reconhecer aquela mulher que comprava por impulso.

É tempo de consciência, de viver bem a vida, de dar importância ao que é importante de verdade – e não ao que parece ser urgente.

O importante é ter dinheiro na conta pra estar tranquila, nada como poder planejar/garantir o conforto no futuro e manter as  contas em dia. Roupa a gente tem – até sobrando. Comprar por comprar é bem ‘demodé’. E quando o dinheiro compra o que faz a diferença (e não o que é falsa necessidade), a gente é mais esperta.

Pronto, falei!

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